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Francisco Carvalho: “Deve ser divertidíssimo correr de McLaren no Circuito de Vila Real…”




Se há piloto para quem o Circuito de Vila Real, que recebe o Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) by Hankook a 2 e 3 de julho próximo, não tem qualquer tipo de segredos é Francisco Carvalho, uma das figuras daquela competição nesta época de velocidade de 2022.

O piloto da Guarda nunca falhou a uma edição das corridas transmontanas até à interrupção ditada pela pandemia, guiando uma diversidade de carros que vão desde o Aston Martin ao Porsche 911, passando pelo Audi e SEAT, ambos da categoria TCR. “Ao longo destes anos, tenho-me dado muito bem com o circuito e espero, desta vez, que esse estado de coisas se mantenha, para eu continuar na discussão das vitórias”, recorda, antes de se pronunciar sobre o McLaren 570S GT4 da Araújo Competição que partilha com Miguel Cristóvão na presente temporada do CPV: “Deve ser divertidíssimo correr de McLaren no Circuito de Vila Real…”

Francisco Carvalho, pela sua vasta experiência, sabe o que necessita fazer, a nível de condução e não só, para ser rápido numa pista urbana como a de Vila Real: “Não sendo uma pista permanente, mas sim uma estrada nacional, o asfalto não é muito abrasivo. Tem muito que se lhe diga… Lembro, por exemplo, a subida muito rápida antes da chicane de Mateus. Há quatro curvas que são negociadas muito depressa e depois vem a descida de Mateus, que é vertiginosa em termos de velocidade. Há duas esquerdas feitas a descer, antes de uma direita rápida, com travagem forte para a chicane. É necessário ter atenção ao ponto de travagem para fazer a primeira [esquerda] a fundo. Direi que é um circuito único no mundo”.

Com um quarto e um sétimo lugares, em termos absolutos, nas duas primeiras corridas da jornada de abertura da época, em Jarama, a dupla Francisco Carvalho/Miguel Cristóvão, no McLaren 570S GT4 da Araújo Competição com o número 88, ambiciona fazer mais e melhor já em Vila Real. O piloto da Guarda reconhece que há potencial para discutir as vitórias…



“A ideia com que fiquei em Jarama é que somos uma equipa forte e capaz de lutar pelo título. A espanhola SMC, com os seus McLaren, teve a vantagem do conhecimento do circuito e do carro nessas duas corridas. Vamos fazer todos os possíveis por colmatar essa diferença e estou convencido de que nas próximas jornadas já faremos jogo igual ou superior. Aliás, tivemos bastante azar, pois se não fosse o problema elétrico que afetou o desempenho do Miguel Cristóvão na segunda corrida, poderíamos tê-la ganho. Nas corridas também é preciso sorte para ter vantagem…”.


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